INTERAÇÃO COM MORADORES
Propriedades rurais, freqüentemente são habitadas por seus proprietários e/ou por seus funcionários.
Os invasores, em princípio, evitam contato com moradores, mas essa aparente não-interferência vai sendo alterada gradativamente como parte da estratégia.
O fato, é que uma propriedade rural, tem bens, utensílios e objetos de algum valor e os moradores, freqüentemente se preocupam com a segurança em função desses valores.
Os invasores estão acampados precariamente em áreas provavelmente próximas dos locais que têm melhoramentos e construções e que poderiam em princípio melhorar a qualidade de vida deles.
É nesse momento, que começam gradativamente a tentar ganhar espaço. O proprietário deve nesse momento, garantir sua segurança REDOBRANDO a vigilância. Muitas vezes, pode ser necessário contratar uma vigilância patrimonial especializada, para manter cada passo dos invasores sob controle.
Outra prática habitual dos invasores, é tentar COOPTAR os funcionários da propriedade, com promessas de lotes no caso deles "mudarem de lado". Neste caso, é importante que os funcionários estejam totalmente conscientes e definam sua posição. Funcionários que não rezem pela cartilha da propriedade são sérios candidatos à cooptação. Aqui, a melhor estratégia do proprietário rural, é manter seus funcionários satisfeitos com o ambiente de trabalho e integrados no dia-a-dia da propriedade. Quem se sente em casa, defende a casa. Quem não se sente em casa, sai dela facilmente...
De maneira geral, não é boa idéia interagir com os invasores. Dificilmente eles procuram diálogo com o proprietário da terra invadida, mas quando isso ocorre, é necessário que sejam tratados com FIRMEZA. Um proprietário amedrontado ou acovardado, é prato cheio para os invasores. Se o proprietário for obrigado a abordar um invasor, deve fazê-lo de fora do perímetro invadido. No teatrinho dos invasores, eles vivem com facões na mão, mas raramente atuam fora do perímetro.
Quando minha propriedade foi invadida, em DUAS ocasiões os invasores violaram o Interdito Proibitório que estava decretado. Fizeram incursões em pequenos grupos visando "explorar" o território. Literalmente, soltamos os cachorros neles... Cães de guarda e cães boiadeiros, não têm medo de nada. Se precisarem enfrentar invasores, o fazem sem qualquer dificuldade.
A cada movimento suspeito, a Polícia Militar deve ser chamada e um boletim de ocorrência deve ser lavrado. O advogado responsável pela Reintegração de Posse, deve ser informado imediatamente de todo e qualquer movimento dos invasores.
Os policiais que comparecem para atender a ocorrência, freqüentemente tentam "sair de fininho" após a lavratura do boletim. É direito do proprietário e OBRIGAÇÃO dos policiais, que eles se dirijam ao local da invasão e pressionem o líder. Como em geral a liminar de reintegração já foi deferida, os invasores além do crime de Esbulho Possessório, estão incorrendo também em crime de Desobediência. Não devem ser tratados como coitados... Devem ser tratados como CRIMINOSOS que são...
Propriedades rurais, freqüentemente são habitadas por seus proprietários e/ou por seus funcionários.
Os invasores, em princípio, evitam contato com moradores, mas essa aparente não-interferência vai sendo alterada gradativamente como parte da estratégia.
O fato, é que uma propriedade rural, tem bens, utensílios e objetos de algum valor e os moradores, freqüentemente se preocupam com a segurança em função desses valores.
Os invasores estão acampados precariamente em áreas provavelmente próximas dos locais que têm melhoramentos e construções e que poderiam em princípio melhorar a qualidade de vida deles.
É nesse momento, que começam gradativamente a tentar ganhar espaço. O proprietário deve nesse momento, garantir sua segurança REDOBRANDO a vigilância. Muitas vezes, pode ser necessário contratar uma vigilância patrimonial especializada, para manter cada passo dos invasores sob controle.
Outra prática habitual dos invasores, é tentar COOPTAR os funcionários da propriedade, com promessas de lotes no caso deles "mudarem de lado". Neste caso, é importante que os funcionários estejam totalmente conscientes e definam sua posição. Funcionários que não rezem pela cartilha da propriedade são sérios candidatos à cooptação. Aqui, a melhor estratégia do proprietário rural, é manter seus funcionários satisfeitos com o ambiente de trabalho e integrados no dia-a-dia da propriedade. Quem se sente em casa, defende a casa. Quem não se sente em casa, sai dela facilmente...
De maneira geral, não é boa idéia interagir com os invasores. Dificilmente eles procuram diálogo com o proprietário da terra invadida, mas quando isso ocorre, é necessário que sejam tratados com FIRMEZA. Um proprietário amedrontado ou acovardado, é prato cheio para os invasores. Se o proprietário for obrigado a abordar um invasor, deve fazê-lo de fora do perímetro invadido. No teatrinho dos invasores, eles vivem com facões na mão, mas raramente atuam fora do perímetro.
Quando minha propriedade foi invadida, em DUAS ocasiões os invasores violaram o Interdito Proibitório que estava decretado. Fizeram incursões em pequenos grupos visando "explorar" o território. Literalmente, soltamos os cachorros neles... Cães de guarda e cães boiadeiros, não têm medo de nada. Se precisarem enfrentar invasores, o fazem sem qualquer dificuldade.
A cada movimento suspeito, a Polícia Militar deve ser chamada e um boletim de ocorrência deve ser lavrado. O advogado responsável pela Reintegração de Posse, deve ser informado imediatamente de todo e qualquer movimento dos invasores.
Os policiais que comparecem para atender a ocorrência, freqüentemente tentam "sair de fininho" após a lavratura do boletim. É direito do proprietário e OBRIGAÇÃO dos policiais, que eles se dirijam ao local da invasão e pressionem o líder. Como em geral a liminar de reintegração já foi deferida, os invasores além do crime de Esbulho Possessório, estão incorrendo também em crime de Desobediência. Não devem ser tratados como coitados... Devem ser tratados como CRIMINOSOS que são...
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